terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Desafio 75 - "Preto & Branco"

Na manhã do passado Domingo, comecei a trabalhar no desafio 75 dos Urban Sketchers, a lembrar-me da minha "musa inspiradora" - Filipe Pinto.

....eu explico, conheci finalmente este talentoso sketcher no workshop do dia anterior, realizado no Museu Arqueológico do Carmo, numa das sessões "Vamos desenhar com..." organizadas pelos Urban Sketchers Portugal.

Fiquei a saber que os meus sentimentos pelo desenho são semelhantes aos do Filipe - quase que posso chamar obsessão - apetecer-me desenhar tudo o que me rodeia.

Folheei gulosamente os cadernos que o Filipe nos trouxe para exemplificar o seu percurso neste grupo.
Percebe-se o talento, a inspiração, a evolução e também o que é experimentar coisas novas nos vários workshops que frequentou.

Um dos exercícios do percurso de aprendizagem do Filipe foi um desenho de panelas e tachos de cozinha. Achei genial ! Confesso que nunca tinha tido apetite por desenhar estes objetos.

Vale a pena sair do "lugar de conforto" e experimentar novas técnicas e novos materiais. Não me parece que o objetivo destes workshops seja aprender a desenhar de raiz, mas mais o de reunir pessoas que, igualmente, se sentem atraídas por esta arte e cumprir com os exercícios que vão sendo sugeridos.

Sigo pois o meu caminho de pôr diariamente uns traços no papel. Penso que tenho evoluído não só no desenho em si, mas em especial na forma de observar o mundo que me rodeia e também na presença do Agora. Sinto que desenhar é uma forma de meditar. Estou feliz porque tenho a possibilidade de fazer diariamente o que gosto - desenhar !

Aqui fica pois a resposta ao desafio75 - "Preto & Branco"
Motivação:  Motivada pelo Filipe Pinto e pelo seu exemplo de aprendizagem, achei fascinante a forma que adquire uma pilha de louça e um desafio representar distintamente cada peça, sendo que todas são da mesma cor.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

A minha primeira participação nos "desafios" dos Urban Sketchers Portugal - Desafio74 - é o desenho de um gato(a). Devo dizer que não foi fácil, pois o objetivo é desenhar com o objecto ao vivo. A minha gata nunca tinha estado assim tanto tempo a sentir os meus olhos postos nela e a determinada altura mostrou estar pouco ou nada feliz.

Enfim, foi preciso persistir no traço que, por vezes, saiu minimalista, dada o movimento constante do animal.
Aqui fica pois a reportagem dos melhores. Ainda estou indecisa sobre qual publicar no blog dos Urban Sketchers. Gostei destes dois, pois retratam o ar felino, nem sempre amigável do animal.



segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Orquídias a pastel e a aguarela

Final do dia de Domingo. Há quem fique nostálgico porque o fim de semana acabou e também há quem fique deprimido porque na manhã seguinte é segunda-feira, dia de acordar cedo. Eu fico Feliz, Feliz porque é uma boa oportunidade para desenhar e pintar umas coisas. Acabei pois o dia com as orquídias, prenda da minha vizinha. Esta é a minha forma de lhe agradecer e desejar-lhe as melhoras.

Pintura a aguarela, sem traço de desenho prévio - uma aventura nova:


Esta foi a pastel de óleo, que me encanta mais e mais a cada dia:


sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

A celebrar a minha entrada oficial  nos Urban Sketchers Portugal
aqui fica uma ilustração que intitulei "Coisas boas do Outono/Inverno"


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Seja Feliz a Desenhar !

Seja Feliz a desenhar passa a ser, a partir de agora, o lema desta página. A marcar a transição está a adesão ao Urban Sketcher Portugal
Deixo aqui alguns desenhos que fiz durante o ano passado. Um deles foi resultado das celebrações do Ano Novo Chinês a que assisti em Macau. O segundo desenho é uma homenagem ao meu Pai que faleceu o ano passado e que, um pouco antes desta data, recuperou os patinhos do jardim. Esta é também uma ilustração das hortências que me dão as boas vindas à entrada de casa.
Este meu hobby dos desenhos começou já há algum tempo atrás, motivada pelo livro de Danny Gregory, intitulado "The Creative License".
O que é certo é que quanto mais desenho, mais isto se torna um hábito, até que hoje em dia, posso dizer que se tornou um vício, um vício bom é claro!




quinta-feira, 27 de maio de 2010

Escrevo hoje esta mensagem para agradecer a iniciativa da Associação de Pais da Escola Salesiana de Manique de promover a palestra de ontem com a Dra. Helena Águeda Marujo sobre Psicologia Positiva - "Educar para a Felicidade em tempo de desassossego". Foi uma grande mais valia para mim e certamente para todos os que estiveram presentes nesta "Escola de Pais".

Deixo-vos com um sumário dos factores determinantes da felicidade:
  • experiências emocionais positivas
  • projectos de vida
  • relações sociais positivas
  • vidas com sentido

Para saberem mais sobre estas temáticas poderão ler os livros da autora, nomeadamente "Educar para o optimismo" e "A família e o sucesso escolar".

Fiquem bem - sejam felizes,

Isabel

domingo, 19 de outubro de 2008

No Mundo Global todos procuram o mesmo - a Felicidade!


Estou convicta que analisar outros povos e culturas poderá dar-nos pistas sobre a Felicidade.
Até que ponto esta Felicidade que supostamente todos nós perseguimos é vista por todos da mesma forma? Estou em crer que cada ser humano tem para si um conceito diferente feito de equilíbrios de diversas realidades.
O que influencia a Felicidade em termos geográficos?
Interessada por estas perspectivas, tento nas viagens que faço, estar atenta às pessoas, para descortinar quais os ingredientes que fazem parte desta receita. Para além disto, li recentemente "A geografia da felicidade" de Eric Weiner. O livro propõe-se viajar em busca dos países mais felizes do Mundo. A conclusão que me pareceu poder retirar-se é que a Felicidade absoluta não existe estejamos nós a falar de países desenvolvidos ou em vias de desenvolvimento. Apesar de estar traduzido para português, o nosso país não foi contemplado na análise (qual teria sido a conclusão?...). Ao lê-lo poderá encontrar referidos a Holanda, Suiça, Butão, Qatar, Islândia, Moldávia, Tailândia, Grã-Bretanha, Índia e América. Está longe de ser o livro mais brilhante que li até agora sobre este assunto, mas dá que pensar (obrigada mana - foi um bom presente!) se podemos aprender uns com os outros, além fronteiras, aproveitando o que de melhor a globalização nos pode trazer - mais pessoas para fazermos felizes! E isto traz-me à memória o que diria o meu amigo NE - só sendo felizes poderemos fazer os outros felizes - por isso comece por si - seja Feliz!